Fusão, eis a questão…
8 05 2008Por Redação No Plural
Um das grandes tendências do meio empresarial é aglomerar. Em todos os setores da economia o que mais se vê são grandes grupos comprando outras tantas empresas. Nada escapa, de fabricantes de alimentos até empresas de alta tecnologia.
Em voga no momento é a novela da “possível” aquisição do Yahoo! pela Microsoft. A empresa de Bill Gates entra na disputa por um pontual concorrente do seu algoz, o “todo poderoso”, o “oráculo” da internet, o site “que tudo busca”. Bom, não preciso nem dizer de que estou falando. De tratativas em tratativas, a gigante norte-americana do software teve neste final de semana o por enquanto, último capítulo desta novela, oferecendo US$ 47,5 bilhões pelo Yahoo!, que recusou a proposta, fazendo com que a fabricante do Windows retirasse a intenção de compra da pauta de negociações.
Para se ter uma idéia de quão longa é essa história, desde o início deste ano, a Microsoft já vem sondando a compra do site de busca. A primeira oferta da empresa de Gates foi de US$ 45 bilhões, a qual foi considerada insuficiente pelo Yahoo!, rejeitando também após três meses, um lance melhorado, de US$ 31 por ação para US$ 33 o papel.
A retirada da oferta de compra do Yahoo! pela Microsoft, fez com que as ações do site de busca caíssem quase 20% no índice eletrônico NASDAQ no início desta semana. Com a retirada da oferta da empresa de Bill Gates, quem passa a se interessar pelo concorrente do Google é o maior conglomerado de mídia do mundo, a News Corporation. Porém, fontes informam que o acordo estaria esfriando, a proposta seria uma espécie de acordo alternativo à oferta realizada pela Microsoft.
Segundo analistas, é grande a pressão sobre o Yahoo! para conseguir uma solução rápida afim de evitar uma desvalorização ainda maior de suas ações.
